Nunca antes na história deste país (OGXP3 x PETR4): parte 3

Como investir nas duas?

As perguntas anteriores servem como excelente direcionador de características intrínsecas do papel, mas não respondem a questão da composição de uma carteira.

Num exemplo arbitrário não otimizado, comparei IBOV com B&H de PETR4, B&H de OGXP3 e carteira 50% em cada.

Vamos analisar o gráfico abaixo:

Sem dúvida a aposta no setor petrolífero brasileiro foi ruim nos últimos 18 meses, triste nova realidade que deve inclusive se acentuar com o desempenho exemplar da VALE, outra quebra de paradigma que já comentei.

No entanto, podemos concluir o que já sabíamos no post anterior. O risco maior imposto por OGX ao investidor é medido em seu retorno, mostrando que este sem dúvida é um papel passível de compor uma carteira na fronteira da eficiência financeira.

Nossa última medida de risco ficou em 20% na OGXP3 e 9,5% na PETR4, o risco medido ficou em 14,27% contra 14,75 do esperado. Nada mal né? Isso pode ser explicado pela (mais ou menos) baixa correlação de retornos entre as duas fazendo com que uma carteira composta pelas duas tenha retornos mais mansos.

Não acho que valha a pena o investidor conhecer sobre testes estatísticos mais sofisticados, até aqui já tomamos excelentes conclusões para uma análise de investimento.

Como operar nas duas?

Acompanhe mais neste blog, análise técnica, sempre com algo interessante para meu leitor, postarei o gráfico com estratégias definidas.

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